SAMBA E CHORO EM HOMENAGEM A NOEL ROSA CANTADOS A 4 VOZES
O Choro estabelecia-se como linguagem musical genuina- mente nacional e o samba tão marginalizado pela figura do malandro traçava o caminho de registro nacional .Essa é uma singela homenagem a estes artistas que dedicaram sua genialidade e talento eternizando uma época através de suas composiçõesFicha técnica - Vocais:
Doralice Otaviano (Médios Agudos)
Jussara Otaviano (Médios Agudos )
Jurema Otaviano (Médios Graves)
Thatiana Otaviano (Médios Graves)
Instrumentais :
Brau Mendonça – Violão
Daniel Kid – Baixo
Cassia Maria
REPERTÓRIO
1- AS PASTORINHAS – NOEL ROSA
2- COM QUE ROUPA EU VOU – NOEL ROSA
3- FEITIÇO DA VILA – NOEL ROSA
4- CONVERSA DE BOTIQUIM –NOEL ROSA
5- O ORVALHO VEM CAINDO- NOEL ROSA
6- ATÉ AMANHÃ – NOEL ROSA
7- FILOSOFIA – NOEL ROSA
8- FITA AMARELA – NOEL ROSA
9- QUEM É VOCÊ QUE NÃO SABE O QUE DIZ – NOEL ROSA
10- BRASIL PANDEIRO – ATAUFO ALVES
11-MULATA ASSANHADA -ATAUFO ALVES
12- ESCURINHO – GERALDO
13- CORRA E OLHA O CÉU – CARTOLA
14 – A SORRIR – CARTOLA
15 - CONTO DE AREIA – TONINHO E ROMILDO
16 -CANDOGUEIRO –WILSON MOREIRA
17- FEIRA DE MANGAIO – SIVUCA
AMANDINHO -BA
Em 2010, Armandinho estará completando 46 anos dedicados a musica
instrumental brasileira. Foi em 1964, com 10 anos de idade ele deu seus
primeiros passos musicais, puxando o Trio Elétrico mirim que seu pai, Osmar,
inventor do trio elétrico juntamente com Dodô, fez especialmente para ele.
Em 1969, aos 15 anos Armandinho concorre no programa a Grande
Chance de Flavio Cavalcanti na TV Tupi, principal programa de musica da época.
Após ganhar em primeiro lugar na Bahia, chega a tão esperada final que acontece
no Teatro Municipal do Rio de Janeiro com transmissão pela TV Tupi, é ovacionado, se tornando conhecido nacionalmente,
gravando seus primeiros discos. A importância foi tamanha que ate hoje, não
importa a região do País, que após seus shows, tem sempre alguém que fala da
Grande Chance. Em 2009 Armandinho também estará comemorando 40 anos da Grande
Chance, e da gravação de seus primeiros LP’s.
De la para ca, muita coisa aconteceu, e Armandinho não parou no
tempo, alinhado a o Trio Elétrico, seu primeiro palco, forma no final dos anos
70 o Grupo A Cor do Som, precursores de uma nova tendência que seria unir a
música regional ao rock, numa linguagem
Pop, que projeta A Cor do Som a um dos principais grupos nacionais, culminando
com apresentação no Festival de Montreux, na Suíça em 1978. Foram cinco anos de
banda, cinco discos gravados, turnês na Europa e EUA, além de estrondoso
sucesso no Brasil.
Em 1983, leva uma
verdadeira multidão para ver o trio elétrico, pela primeira vez fora do Brasil,
em Roma, na Itália., foi à vez da Guitarra Baiana de Armandinho incendiar
aquela cidade, transformando a Praça Navona numa verdadeira Praça Castro Alves.
A partir dos anos 90, paralelo às apresentações no exterior e seu
trabalho com o Trio Elétrico Armandinho, Dodô e Osmar, ele é convidado para
integrar o projeto "Brasil Musical", que reunia os 20 maiores
instrumentistas brasileiros, entre eles, Paulo Moura, Rafael Rabelo, Altamiro
Carrilho, Hermeto Pascoal, Egberto Gismonti, Wagner Tiso, Artur Moreira Lima,
Dominguinhos... Percorrem todo o País gravando e divulgando a MPB Instrumental,
sendo considerado por Luis Nassif (crítico pela Folha de São Paulo): “Afirmar
que Armandinho é o maior bandolinista da atualidade é certo, mas é pouco. Dizer
que é o maior bandolinista que surgiu no país depois de Jacob do Bandolim
melhora, mas é insuficiente. Sustentar que é o maior instrumentista brasileiro
surgido nos últimos 20 anos é justo, mas ainda não reflete todo o seu talento.
Na verdade, Armandinho guitarrista e bandolinista, rei do carnaval baiano, é um
dos maiores instrumentistas da história e um bandolinista à altura do rei
Jacob. Tem lugar de honra em qualquer ranking dos maiores instrumentistas
brasileiros do século...”.
“Cainã Cavalcante e Carlinhos
Patriolino:
A nova cara do velho choro”
Cainã Cavalcante, Violão e Guitarra
Carlinhos Patriolino, Bandolim e Violão
No
show “A nova cara do velho choro”, Cainã Cavalcante e Carlinhos Patriolino
mostram um trabalho musical interpretativo e criativo, de quem nunca se prendeu
aos padrões. Os multinstrumentistas trazem um choro mais moderno, executado com
habilidade, notável tanto nas composições próprias quanto nos arranjos do tradicional
choro.
Bem
acompanhados por Miquéias dos Santos, no baixo, Neo dos Santos, na bateria e
Tiago Almeida, no piano, o show “Cainã Cavalcante e Carlinhos Patriolino: A
nova cara do velho choro” foi produzido exclusivamente para o seleto público do
Festival Mel, Chorinho e Cachaça.
Demônios e a “Garoa do Choro”

“Demônios da Garoa”, lenda viva da música br asileira, tem a “cara” de São Paulo, mas para
isso, foi necessário encontrar um estilo, uma marca muito própria, a forma
original de interpretar com humor o falar do cotidiano do povo paulista, que,
hoje, todo mundo conhece através de mais de seis décadas da carreira deste
surpreendente e animado grupo.
É com especial humor, vocais e arranjos bem
estruturados, repertório exclusivo, que os “Demônios da Garoa” comemoramos
estes 66 anos neste ano de 2009, com estilo, provocando em cada apresentação um
entusiasmo singular na platéia. Agradam desde os mais antigos que acompanham a
carreira, até os mais novos espectadores, que descoOs muitos prêmios e horárias concedidos ao Grupo
incluem os troféus Roquete Pinto e Chico Viola, o premio Sharp de música
(1995), o prêmio Ary Barroso (1998), a medalha Anchieta da Câmara Municipal de
São Paulo, o Disco de Ouro pelo CD – 50 anos – (1994) e, é claro, o
reconhecimento do Guiness Book of Records, edição de 1994, como o Grupo mais
antigo em atividade no mundo.
Presença constante nas comemorações dos 450 anos
da Cidade de São Paulo, os “Demônios da Garoa” estão trabalhando como nunca por
todo Brasil, com inúmeras solicitações da imprensa.
O Grupo lançou seu 1º DVD ao vivo, gravado no
Olympia, imortalizado nas historias da música popular br asileira,
interpretando como ninguém os sucessos de Tom Jobim, Vinicius de Moraes,
Dorival Caymmi, Zé Kéti, e Frank Sinatra, além dos clássicos do mestre Adoniran
Barbosa: Trem das Onze, Saudosa Maloca, Samba do Arnesto e muito mais!
Recentemente, em abril de 2009 lançaram um CD
especial “DEMÔNIOS DA GAROA E CONVIDADOS” com participação de Zeca Pagodinho,
Fundo de Quintal, Leci Brandão, Jair Rodrigues, Benito de Paula, Ivan Lins,
Thobias da Vai-vai, Adryana Ribeiro, Canhotinho e Bateria da Rosas de Ouro.
Ficha técnica:
Canhotinho - Ricardinho - Dedé Paraizo - Serginho - Izael
Fabiana Paim
Sua iniciação musical se deu na França, em Martigues - Marseille de 1980
a 1983, no estudo da música na Escola Primária. Iniciou sua trajetória como
cantora, em 1990, de forma autodidata aos 16 anos de idade, na cidade de
Fortaleza-CE. Atuou como cantora em Portugal, de março a outubro de 2000, na
cidade de Póvoa de Varzim, Figueira da Foz e Coimbra.
Gravou vários jingles comerciais e Cd’s com vários cantores cearenses tais
como Davi Duarte, Edmar Gonçalves e conjunto Caribbean Kings. Foi crooner
de várias bandas dentre as quais: Banda Zanzibar,
de 1997 a 1998, do conjunto Caribbean
Kings, de 1999 a 2005 (com o qual
gravou dois Cd’s e uma música de sua autoria em espanhol, “Regressar”, em 2004)
e Banda de Paulo José Benevides, de 2005
a 2009.
Participou como integrante de vários corais em Fortaleza-CE, tais como: o coral
do Jornal O Povo, Coral da UFC e Coral da Coelce. Realizou várias aberturas de
Shows de artistas de renome da Música Popular Brasileira tais como Roupa Nova, Toquinho,
Martinho da Vila, Alcione, Emílio Santiago, Fafá de Belém (em Portugal), Dudu
Nobre, MPB-4, Amelinha, Waldonys do acordeom e tantos outros músicos da cultura
brasileira.
Como cantora, atualmente dedica-se à música popular brasileira. É
formada em Odontologia, profissão que exerce paralelamente às suas atividades
musicais como cantora, desde 1996. Dedica-se também ao estudo da flauta
transversal e da música popular brasileira como cantora junto ao Grupo Regional
Cordas que Falam e o bandolinista Jorge Cardoso.
Arrumadinho apresenta o show “Eu sambo mesmo!”
O nome da música de Janet de Almeida, “Eu sambo
mesmo!”, é o título do mais novo show do Grupo Arrumadinho. A música traduz bem
a sensação de alegria e prazer que o samba provoca, fazendo mexer corpo e alma
porque “um samba quente, harmonioso e buliçoso, mexe com a gente dá vontade de
viver...”.
E é essa alegria que o grupo quer transmitir ao
público apreciador da boa música, através de um passeio musical pelos mais
diversos compositores e intérpretes desse que não é só um ritmo, é um estilo de
vida. Além disso, o Arrumadinho aproveita para divulgar as músicas que estarão
no seu primeiro Cd como “Juro”, de Roraima e Fábio Nóbrega, “Eu tô no Samba”,
de Maria da Inglaterra, “Dr. Desafinado”, de Fátima Castelo Branco, “Deixa como
está” de Carol Costa e Anderson Nóbrega, dentre outras.
FICHA TÉCNICA
Agenor ...................... Violão
de seis cordas
Aron Lude .................
Violão de sete cordas
Ivani Neves ................
Bandolim
Alan Cipião .................Cavaquinho
Ivanildo Neves ..........
Acordeom
Jorge Herbert .............
Flauta
Jorge Nobre .................Clarinete e Saxofone
Mendonça ...................
Pandeiro
Reginaldo Soares.........
Surdo
Marcílio Lima ...............
Percussão
André Luís ............
Técnico de Som


